A adoção de uma política de metas para a inflação teve grande responsabilidade pela atual fase de prosperidade da economia brasileira. Com a determinação de uma base percentual para o final do ano, o Banco Central passou a se preparar para não ultrapassar a meta prevista. Ao lado disso veio a sábia utilização do mecanismo da taxa de juros que permitiu o controle inflacionário. Mesmo assim, repare que a porcentagem planejada foi ultrapassada pela real em diversas ocasiões.
2000:
Meta: 6%
Realidade: 5,97%
2001:
Meta: 4%
Realidade: 7,67%
2002:
Meta: 3,5%
Realidade: 12,53%
2003:
Meta: 4%
Realidade: 9,30%
2004:
Meta: 5,5%
Realidade: 7,60%
2005:
Meta: 4,5%
Realidade: 5,69%
2006:
Meta: 4,5%
Realidade: 3,14%
2007:
Meta: 4,5%
Realidade: 4,46%
2008:
Meta: 4,5%
Realidade (expectativa): Acima dos 5%
FONTE: Banco Central