“O que está em discussão na transformação revolucionária do mundo não é de quem é o poder, mas como criar um mundo baseado no mútuo reconhecimento da dignidade humana, na formação de relações sociais que não sejam relações de poder”.
sexta-feira, 28 de setembro de 2007
PERSONAGEM DA SEXTA
“O que está em discussão na transformação revolucionária do mundo não é de quem é o poder, mas como criar um mundo baseado no mútuo reconhecimento da dignidade humana, na formação de relações sociais que não sejam relações de poder”.
quinta-feira, 27 de setembro de 2007
VÍDEOS
A Record News entrou no ar na noite de quinta-feira, dia 27 de setembro. Trata-se do primeiro canal de notícias vinte e quatro horas da televisão aberta brasileira. Com uma proposta de regionalização do noticiário, mostrando as diferentes linguagens, enfocando nos diversos estilos de cada região do Brasil, o novo canal revoluciona na maneira de transmitir informação. Sem falar da possibilidade das pessoas acompanharem, sem nenhum custo, as notícias no horário que desejarem. Acompanhe, no vídeo, os melhores momentos da estréia da Record News.
FONTE: YouTube.
quarta-feira, 26 de setembro de 2007
A POLÍTICA COM BOM HUMOR
POR Bruno Victor Dela Páscoa Toranzo
Acompanhando um documentário antigo, quase não reconheci uma importante personalidade política. E não digo fisicamente. Se bem que realmente era muito diferente do que está hoje. Barba enorme, roupa simples, mais “fininho”, talvez por causa da transpiração, sempre muito suado.
Gostaria que a mudança tivesse ficado só no campo da aparência. Mas não ficou. Lula é outra pessoa. Aquele Lula de costumes simples, manifestador, que não se cala diante das injustiças impostas pelos “grandes”, os empresários e o seu dinheiro, não se vê mais. Agora, a figura de Lula é a mesma que criticava. O presidente Lula virou o que mais odiava na época do sindicalismo.
Não é preciso nem dizer que seu governo é uma plantação de corrupção. Algo incrível. É corrupção para todo lado. O que é mais curioso é a capacidade de Lula se safar de todos os escândalos. Teria poderes sobrenaturais que o impedem de ser condenado? Não dá para entender. Onde está o Lula de outros tempos? Talvez, não tenha existido esse Lula do povo. Pode ser que tenha utilizado a boa vontade do povo para chegar ao poder e, depois, o descartou como uma carta de baralho.
Lula mudou de lado. Desde a conquista do poder, faz parte do “lado negro da força”, assim como o personagem Anakin Skywalker, da famosa seqüência de filmes Star Wars. Deixou de ser o “lendário cavaleiro do povo” para integrar o exército da corrupção.
domingo, 23 de setembro de 2007
VÍDEOS
Para complementar a publicação de ontem, encontrei esse vídeo de Joseph Paul Goebbels, ministro de Comunicação de Hitler. São trechos de seu diário em que descreve o ditador alemão sanguinário.
FONTE: YouTube.
sábado, 22 de setembro de 2007
ANALISANDO
E na política não é diferente. A área de comunicação é estratégica para o governante. Controlá-la eficazmente significa manter uma boa imagem, frente à população, seus eleitores.
Para continuar a análise, é interessante recorrer à história. Quando o socialismo soviético estava em expansão, espalhando-se pelos países do globo, os países capitalistas temiam pelo pior. Foi o que aconteceu, por exemplo, na Alemanha. O ministro de comunicações Joseph Paul Goebbels se utilizou dessa prerrogativa de expansão da “bandeira vermelha” para trazer a população alemã para o lado do ditador sangüinário Adolf Hitler.
Goebbels criou a imagem de Hitler, classificando-lhe como o “salvador da pátria”, o único capaz de livrar os alemães das garras socialistas. Evidentemente que a população, maravilhada com a ascensão de um grande representante, um verdadeiro “Führer” (líder em alemão), apoiou a tomada do poder. Ainda mais a classe alta que não queria perder suas propriedades, enfim, sua riqueza, pretendendo, assim, que o socialismo ficasse bem longe da Alemanha.
Interessante notar que o ministro Goebbels foi o responsável pela introdução da saudação “Heil Hitler”, o que contribuiu para arraigar mais ainda essa imagem positiva de Hitler.
Claro que os veículos de comunicação foram e continuam sendo fundamentais para uma propaganda política bem feita. Os nazistas se utilizaram muito do cinema para chegar facilmente à população. Sem falar do rádio, sempre muito utilizado politicamente, e da própria televisão.
Hoje, naturalmente, é algo impensável que ocorra processo semelhante. Se bem que alguns países continuam com ditadores eternos. É o caso de Cuba. O exemplo cubano é muito interessante. O ditador Fidel Castro mantém uma boa imagem perante a maior parte da população, mesmo estando no poder há quase cinqüenta anos. Consegue sustentar o poder e a imagem devido ao passado, foi um dos poucos desafiantes que venceram a hegemonia norte-americana.
Nos países que se dizem democráticos, a maioria no contexto sóciopolítico atual, a comunicação adquire outra maneira de propagação. Considerando o caso brasileiro. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ainda mantém índices de grande aprovação de seu governo. É curioso notar que o próprio presidente é o grande responsável por isso. Pode-se até dizer que se não tivesse profissionais da comunicação em seu governo, a falta não seria notada. A facilidade com que se comunica com o povo, através de um jeito simples de falar, muitas vezes sem conhecimento sobre determinado assunto, faz com que Lula seja imbatível em carisma com parte considerável da população brasileira.
Outro exemplo é o ex-presidente Fernando Collor de Mello. Conquistou milhões de brasileiros com sua aparência incomparável. A retórica, digna de admiração, permitiu a Collor, como Lula, prender a atenção dos seus eleitores, deixando-os esperançosos com o futuro da pátria. Importante lembrar que a comunicação teve papel fundamental na eleição de Collor, não somente na manutenção de uma imagem impecável, mas na propriedade de veículos noticiosos, em Alagoas. A família Arnon de Mello sempre teve influência enorme no estado de Alagoas, nordeste do Brasil.
Chegamos a Vargas. Analisar o período de seu governo é ter uma imagem bem clara de até onde pode chegar a comunicação. Assim como Lula, Vargas sempre teve o povo brasileiro sob sua admiração. Além disso, soube se utilizar muito bem dos recursos comunicativos para literalmente entrar na casa do cidadão brasileiro. Na verdade, usou de estratégia abusiva para manter o poder. O DIP, Departamento de Imprensa e Propaganda, ficou conhecido pela censura sobre as manifestações culturais.
O samba é um grande exemplo de censura. O governo Vargas tornou o samba música nacional. E, ao invés, de exaltar a malandragem, como fazia antes, o samba passou a admirar o trabalho. Noel Rosa e Wilson Batista, dois grandes sambistas brasileiros, foram obrigados pelo DIP a mudarem seu estilo, acabando com o estilo malandro de ser, para continuarem trabalhando.
A relação de Vargas com o rádio sempre foi de tamanha intimidade. Estatizou a Rádio Nacional e fez dela o principal veículo de divulgação de seu governo. Realmente investiu demais. Trouxe os melhores músicos, cantores e radioatores para fazer da rádio a maior do Brasil. O presidente Vargas obviamente tinha o seu programa e conversava diretamente com o povo brasileiro.
Portanto, percebe-se o quanto a comunicação influencia de maneira decisiva na escolha dos governantes. É a intermediadora das relações entre o político e os seus eleitores. O tipo de intermediação depende da sociedade em que está inserida. Não só da sociedade, como do período histórico. Ela pode ser democrática, respeitando os direitos dos cidadãos, ou radical, possuindo órgão fiscalizador, como na época de Vargas.
Entender a mídia, como instrumento do órgão de comunicação, é necessário. Por meio dela, a intermediação entre vida política e cidadão é completada. A mídia desempenha papel central na vida política contemporânea. E não só na publicação de notícias institucionais.
Mas, principalmente, na crítica, na capacidade de julgar o trabalho dos políticos, de mostrar o aperfeiçoamento da sociedade. Esse tipo de mídia precisa manter distanciamento com os meandros políticos, devendo apenas reportar os acontecimentos do momento.
quinta-feira, 20 de setembro de 2007
quarta-feira, 19 de setembro de 2007
SAIU NA IMPRENSA
Clóvis Rossi
Luiz Inácio Lula da Silva, eterno candidato, era eternamente contra a CPMF, como ele admite. Luiz Inácio Lula da Silva, presidente, é a favor da CPMF.
Por que mudou, mudou por quê? "Você não governa com principismo. Principismo você faz no partido quando pensa que não vai ganhar nunca as eleições. Quando vira governo, governa em função da realidade que tem", respondeu Lula no sábado, afundado no sofá do bar do suntuoso hotel Palace de Madri, onde se hospedou até ontem, quando viajou de volta.
O conceito é de um pragmatismo cru. Por isso mesmo é também perigoso, muito perigoso. Equivale a criar a figura dos princípios prêt-à-porter. Você vai ao supermercado político, olha os princípios disponíveis e escolhe aqueles que lhe convêm num dado momento.
Quem muda de princípios conforme a posição que ocupa na prática não tem princípios.
É essa, digamos, elasticidade de princípios que acaba criando o pântano que vem sendo a política nacional. Bem feitas as contas, é o mesmo princípio, digamos, que explica o mensalão, segundo Lula. Lembra-se da frase "o PT só fez o que todo mundo faz no Brasil"? Pois é. Enquanto era oposição, o PT era contra, "por princípio", qualquer esquema parecido com o do mensalão.
Depois que se tornou governo, "governa em função da realidade que tem". Qual é a "realidade que tem"? Segundo Lula, é que todo mundo faz (no caso, faz caixa-dois, o que é crime, convém sempre deixar claro). Então, vão para o saco, como se diz hoje, os princípios do tempo em que o partido "pensava que nunca ia ganhar as eleições".
Locupletemo-nos todos.
No tempo em que não ganhava eleições, o PT teria crucificado qualquer Renan Calheiros por muito menos do que se sabe hoje sobre o Calheiros de verdade. Hoje, bye, bye, principismo.
segunda-feira, 17 de setembro de 2007
POLÍTICA INTERNACIONAL
POR Bruno Victor Dela Páscoa Toranzo
A invasão do Iraque pelos Estados Unidos ocorreu em março de 2003. Hoje, mais de quatro anos depois, as tropas continuam em território iraquiano, sem expectativa de sair tão cedo.
O regime caiu. Saddam Hussein já foi morto. A população está “livre” das garras autoritárias, pronta para participar da sociedade consumista capitalista. Esse é o pensamento dos Estados Unidos e dos investidores espalhados pelo mundo.
Porém, a instabilidade ainda é muito grande. Os sunitas e os xiitas vivem em confronto. Como de costume na região, carros e homens são explodidos pelas bombas. Atentados contra os soldados estadunidenses e o próprio povo iraquiano continuam sendo comuns.
Já os curdos, eles sim, depois da queda de Saddam, estão vivendo um período de tranqüilidade nunca antes visto. Os curdos habitam o norte do Iraque e, aos poucos, estão constituindo uma base capitalista pró-Estados Unidos rara na região. O povo curdo tem consciência que se não fosse a intervenção estadunidense, não estaria vivendo essa fase de prosperidade. O alvo favorito de Saddam era justamente os curdos, um verdadeiro genocídio praticado pelo ex-ditador.
As eleições para a presidência dos Estados Unidos sugerem que a presença das tropas deve continuar. Dessa maneira, a ocupação continuaria, no mínimo, por mais dois anos, até 2009, data do primeiro ano da nova presidência. A razão disso? O presidente Bush não deixará os democratas ainda mais favoritos à eleição. Sair do Iraque agora significa assumir muitos riscos. O principal deles estaria relacionado ao fortalecimento dos movimentos terroristas.
Sem falar que a principal estratégia dos republicanos está em defender a posição da capacidade de manter a segurança no país. Relembrarão, durante a disputa eleitoral, a resposta que deram aos atentados de 11 de setembro. O principal argumento para tentar vencer a disputa estará na política de segurança voltada para o combate do terrorismo internacional.
domingo, 16 de setembro de 2007
VÍDEOS
Vídeo retirado do documentário "Tiros em Columbine", do renomado diretor norte-americano Michael Moore. De uma maneira bem-humorada, conta a história dos Estados Unidos sob a ótica do uso freqüente das armas, reafirmando a natureza violenta do país.
FONTE: YouTube.
sábado, 15 de setembro de 2007
VÍDEOS
Jornalista iraquiano analisa a situação do Iraque nos dias de hoje. Ele diz que a população do país não aceita a ajuda dos Estados Unidos e pede para que os jornalistas ocidentais mostrem o que está realmente acontecendo. Além disso, o jornalista destaca a possibilidade de uma guerra civil, após a saída das forças de ocupação.
FONTE: YouTube.
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
OPINIÃO
“Por outro lado, no restante, a sua gestão deixa muito a desejar. O Estado foi totalmente loteado entre os companheiros do PT e dos partidos aliados, sem que fosse levada em conta a qualificação dos indicados. Nenhuma das urgentes reformas que a Nação necessita foi ou será empreendida neste governo. A infra-estrutura física do País, por abandono, está totalmente sucateada”. Trecho de artigo publicado no dia 17 de agosto de 2007.
“Lula não fez nem pretende fazer nenhuma reforma de vulto. Se a economia no seu governo vai bem, isso se deve a uma conjuntura internacional nunca antes tão favorável. Evidência disso é que todos os países emergentes apresentam excelente desempenho”. Trecho de artigo publicado no dia 31 de agosto de 2007.
quarta-feira, 12 de setembro de 2007
POLÍTICA NACIONAL
POR Bruno Victor Dela Páscoa Toranzo
O senador Renan Calheiros deve realmente achar que é inocente. Em sua concepção, contar com um lobista de empreiteira para pagar suas contas, utilizar dois laranjas na compra de duas emissoras de rádio e um jornal em Alagoas e ajudar uma grande empresa do mercado de bebidas são ações que não justificam a perda de seu mandato.
Aliás, não só a perda do mandato. Renan perderia os direitos políticos por doze anos, o tempo que falta como senador mais os oito anos de pena. Punição branda. O foro privilegiado para os parlamentares é um atentado ao sistema republicano cujo preceito principal está na igualdade dos indivíduos. Tratamento idêntico deveria ser concedido ao ladrão de galinhas e ao ladrão de “colarinho branco”. Definitivamente não é o que se vê.
A insistência de Renan em afirmar sua inocência, presidindo até sessão religiosa no Senado, remete à reflexão acerca do certo e do errado. Quando crianças, somos educados a discernir as coisas boas das ruins. Sabemos se estamos agindo honestamente ou entrando no caminho da desonestidade. Somos ensinados a não roubar, não matar, não mentir, entre outros tantos.
Na política deveria ocorrer o mesmo processo. A sociedade é levada a acreditar que exista o pressuposto da ética nos meandros políticos. Parece que a realidade é bem diferente. Renan acredita em sua inocência, porque os valores são completamente deturpados no ambiente político. Como o próprio Nicolau Maquiavel já dizia, não há necessidade de seguir nenhum princípio de moralidade na atividade política, o objetivo está em manter o poder, independentemente da estratégia utilizada.
É evidente que práticas como as do presidente do Senado são comuns dentro do Congresso. A credibilidade da política brasileira está se deteriorando com o clima de imoralidade que a rodeia.
Pasmem! Renan Calheiros é inocente para os padrões políticos atuais. Ele não merece condenação alguma. Precisa continuar com sua brilhante atuação na presidência do Senado.
terça-feira, 11 de setembro de 2007
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
PARA REFLETIR
O desafio do novo século
POR Bruno Victor Dela Páscoa Toranzo
Fico imaginando se não existe possibilidade de conciliar o neoliberalismo com as políticas sociais. Antes de mais nada, explicarei rapidamente o que é esse modelo de governo chamado liberalismo.
O liberalismo é uma maneira de governar que limita a participação do Estado na economia. O governo apenas vistoria o bom andamento das instituições, não lhe cabendo interferir no mercado econômico. A livre iniciativa impera na sociedade, o que garante total possibilidade de atuação das corporações cujas atividades são guiadas pelo sistema capitalista. A liberdade de expressão e o governo democrático também são peças-chave da corrente de pensamento.
Durante os governos do presidente Ronald Reagan, nos Estados Unidos, e da primeira-ministra Margareth Thatcher, na Inglaterra, o prefixo –neo foi incorporado à palavra original. Surgia, na década de 80, o novo liberalismo. Uma forma de governo que procura mais do que nunca cortar todos os gastos, a chamada “diminuição do tamanho do Estado”. Serviços básicos como saúde, educação, transportes e até mesmo segurança tiveram queda de qualidade acentuada em todos os países. Sem falar do aumento considerável da quantidade de impostos. Essas mudanças obviamente repercutiram com mais intensidade sobre a população dos países pobres, de já baixo poder aquisitivo.
A preocupação essencial do neoliberalismo está em criar as melhores condições possíveis para a vinda dos investidores. Diminuir os gastos do Estado, mesmo que prive os cidadãos de serviços de qualidade, é sinal de responsabilidade no gerenciamento das contas públicas. E não só isso. É dever do governo, agora sim, oferecer boa infra-estrutura, como rodovias, ferrovias, portos e aeroportos, para o transporte da produção. Quando não há dinheiro em caixa, a alternativa está na parceria com a própria iniciativa privada. O parceiro privado constrói ou reforma uma rodovia, por exemplo, e por determinado período explora os rendimentos obtidos pelos pedágios.
Existe neoliberalismo com políticas sociais eficientes? Uma bela indagação. Digna de uma apuração maior. Porém, tentarei responder mais brevemente. Começando pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Lula e o PT insistem em dizer que o Brasil está crescendo com inclusão social, com combate à pobreza. O principal responsável por isso seria o “Bolsa Família”, uma idéia não originalmente petista. A junção de programas menores de assistência da gestão de seu antecessor, de Fernando Henrique Cardoso, resultou no que conhecemos hoje. Atualmente, mais de quarenta milhões de pessoas são atendidas pelo "Bolsa Família". Bilhões de reais são gastos por ano na manutenção desse programa assistencial.
O problema não está em gastar todo esse dinheiro. O problema está em não ter idéia de quando não gastará mais todo esse dinheiro. Está em não perceber que esse valor aumentará com o passar dos anos. Ainda não existe uma política de conscientização para que as pessoas assistenciadas ganhem seu próprio sustento no futuro. Esse é o grande equívoco do programa. Eternizar a ajuda do Estado. É como um pai que sempre estará disposto a sustentar os seus filhos, independentemente da idade deles.
Aliás, os conservadores neoliberalistas estão perplexos com essa situação. Um governo que ajuda tamanho contingente de pessoas, multiplicando todos os anos os gastos sociais.
Está claro que a política de Lula não inclui ninguém socialmente. O presidente não pode se vangloriar de tal feito. Interessante é manter praticamente um terço da população brasileira sob controle. Um curral eleitoral dessa magnitude é o sonho de qualquer governante. Provavelmente, esse seja o principal motivo do presidente só ajudar, sem educar.
Chegar à conclusão que política social realmente eficiente seja de difícil aplicação, em meio a esse sistema neoliberalista voraz, é perfeitamente plausível. Só será possível retirar essas milhões de pessoas da situação de marginalidade quando voltarem a ter serviços básicos de qualidade. A educação é a chave para o sucesso, responsável por medir o grau de evolução de uma sociedade. O ensino de referência, aliado ao crescimento sustentável da economia, gerando mais empregos, criarão condições de integrar à vida comum todas essas pessoas marginalizadas.
Sair do neoliberalismo não é possível. O capitalismo afogou o socialismo, e o anarquismo nem aprendeu a nadar. E é esse sistema de governo capitalista o ambiente propício para o modelo neoliberalista de Estado.
Portanto, o que resta para os países mais prejudicados com a aliança capitalismo/neoliberalismo, incluindo Brasil e outros países em desenvolvimento, sem falar daqueles considerados pobres, está na tentativa de amenizar os efeitos dessa associação. O crescimento econômico sustentável, o que possibilita crescimento da quantidade de empregos, só é possível atendendo às reivindicações das grandes corporações e dos importantes investidores. Conciliar essa política de aceitação aos “grandes” com a melhora da condição de vida da população, com benefícios reais para todas as pessoas, é o desafio do novo século.
sábado, 8 de setembro de 2007
VÍDEOS
Recupero o discurso do senador Jefferson Péres, ocorrido no dia 30 de agosto do ano passado. Um dia após a comemoração da independência do Brasil, nada melhor que um discurso de tão boa reflexão sobre a sociedade brasileira como esse. O senador fala abertamente da crise política, classificando o Congresso atual como um dos piores da história de nossa jovem democracia. Confere a culpa também ao povo por reeleger o presidente Lula que teve uma legislatura vergonhosa com diversos casos de corrupção.
FONTE: YouTube.
sexta-feira, 7 de setembro de 2007
VÍDEOS
O "Hino da Independência" do Brasil. A independência do Brasil, após o episódio do "Grito do Ipiranga", ocorreu no dia 7 de setembro de 1822.
FONTE: YouTube.


