Uma visão da feira além dos eternos protótipos
POR Bruno Toranzo
Fora os carros inéditos, também encontrados no estande da Volkswagen, o visitante pode descobrir uma idéia simples, mas eficiente, ainda relacionada ao setor automobilístico (não deixe de ler a publicação anterior). Apelidado de Start/Stop, a engrenagem possibilita economia de combustível ao motorista e consequente redução da emissão de dióxido de carbono de até 8%.
Quando o carro para, no semáforo ou no trânsito, o sistema identifica e, em questão de segundos, desliga automaticamente o motor. Se o motorista quiser andar novamente, basta acionar a embreagem para voltar a ligar o motor. Os europeus já podem adaptar seus carros com esse recurso. Os brasileiros terão de esperar.
A construção sustentável virou realidade fora do Brasil. Por aqui, está começando. As “ilhas de calor”, lugares específicos da cidade com temperaturas superiores à média, podem ser reduzidas com os chamados empreendimentos ecoeficientes. Sem falar da contribuição estética trazida pelo modelo eco: os prédios deixam de ser aqueles monstros negros que dominam a paisagem cinza da cidade.
O simples ato de pintar o telhado de branco gera redução da temperatura do edifício, fazendo com que as pessoas utilizem menos o ar condicionado. Produzimos um link, termo técnico da televisão usado para designar o momento da entrada ao vivo, para um dos telejornais da Globo News sobre o assunto. Em países tropicais, de calor intenso, a utilização de cores claras na pintura das paredes externas também ajuda a reduzir a temperatura média do ambiente.
O planejamento ecoeficiente leva em conta todas as questões referentes à melhora da relação do homem com a natureza. Isso começa com a escolha de materiais que não prejudiquem o meio ambiente. A infra-estrutura das instalações utiliza coletores solares de energia, sistema próprio de geração energética, além do desenvolvimento de um padrão de iluminação de alto rendimento.
Um estudo da consultoria Roland Berger revela que, durante a próxima década, a expectativa de crescimento do mercado verde ficará em 6,5% ao ano. Em 2020, o novo setor deve atingir um volume total financeiro de US$ 4 trilhões. Como se pode perceber, o sustentável virou um grande negócio.
POR Bruno Toranzo
Fora os carros inéditos, também encontrados no estande da Volkswagen, o visitante pode descobrir uma idéia simples, mas eficiente, ainda relacionada ao setor automobilístico (não deixe de ler a publicação anterior). Apelidado de Start/Stop, a engrenagem possibilita economia de combustível ao motorista e consequente redução da emissão de dióxido de carbono de até 8%.
Quando o carro para, no semáforo ou no trânsito, o sistema identifica e, em questão de segundos, desliga automaticamente o motor. Se o motorista quiser andar novamente, basta acionar a embreagem para voltar a ligar o motor. Os europeus já podem adaptar seus carros com esse recurso. Os brasileiros terão de esperar.
A construção sustentável virou realidade fora do Brasil. Por aqui, está começando. As “ilhas de calor”, lugares específicos da cidade com temperaturas superiores à média, podem ser reduzidas com os chamados empreendimentos ecoeficientes. Sem falar da contribuição estética trazida pelo modelo eco: os prédios deixam de ser aqueles monstros negros que dominam a paisagem cinza da cidade.
O simples ato de pintar o telhado de branco gera redução da temperatura do edifício, fazendo com que as pessoas utilizem menos o ar condicionado. Produzimos um link, termo técnico da televisão usado para designar o momento da entrada ao vivo, para um dos telejornais da Globo News sobre o assunto. Em países tropicais, de calor intenso, a utilização de cores claras na pintura das paredes externas também ajuda a reduzir a temperatura média do ambiente.
O planejamento ecoeficiente leva em conta todas as questões referentes à melhora da relação do homem com a natureza. Isso começa com a escolha de materiais que não prejudiquem o meio ambiente. A infra-estrutura das instalações utiliza coletores solares de energia, sistema próprio de geração energética, além do desenvolvimento de um padrão de iluminação de alto rendimento.
Um estudo da consultoria Roland Berger revela que, durante a próxima década, a expectativa de crescimento do mercado verde ficará em 6,5% ao ano. Em 2020, o novo setor deve atingir um volume total financeiro de US$ 4 trilhões. Como se pode perceber, o sustentável virou um grande negócio.