POR Bruno Victor Toranzo
Mais um dia de incerteza no mercado. A Bovespa fechou com leve alta. Menos mal. Os ativos da Petrobras estão valendo bem menos. Abaixo de R$ 70 cada papel. A crise derrubou as ações. O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, terminou a semana abaixo dos 60 mil pontos, perto dos 55 mil. E agora? Nem dalai-lama sabe. A situação é calamitosa. Apesar da calamidade, reitero que não estamos em recessão. Não há retração, pelo menos por enquanto, do PIB norte-americano, país pivô desse mau agouro.
Enquanto isso, o governo mais democrático do mundo, o chinês, continua descendo literalmente o porrete nos tibetanos. Infelizmente, não fica no porrete. Os manifestantes do Tibete, uma das províncias (mesmo que estado para os leigos) chinesas, estão correndo risco de vida com os protestos dos últimos dias, em Lhasa. Em princípio, o motivo das seguintes e intensas manifestações foi a prisão de monges budistas, na passeata de 10 de março, data que relembra a fracassada rebelião tibetana contra o controle chinês. O exílio do líder espiritual dalai-lama aconteceu depois desse histórico ocorrido.
É claro que a intenção dos tibetanos é reconquistar a independência perdida, nos anos 50. Mesmo sendo reconhecidos pela própria China, como região autônoma, os tibetanos não concordam em continuar no mesmo território chinês. Povo ardoroso na fé, associamos constantemente sua imagem à religião. Além dos tibetanos reivindicarem a emancipação, discordam da ausência de liberdade de expressão, além da forte repressão policial chinesa.
Confira a entrevista, com dalai-lama, realizada pelos repórteres da Newsweek:
http://www.newsweek.com/id/124365
Enquanto isso, o governo mais democrático do mundo, o chinês, continua descendo literalmente o porrete nos tibetanos. Infelizmente, não fica no porrete. Os manifestantes do Tibete, uma das províncias (mesmo que estado para os leigos) chinesas, estão correndo risco de vida com os protestos dos últimos dias, em Lhasa. Em princípio, o motivo das seguintes e intensas manifestações foi a prisão de monges budistas, na passeata de 10 de março, data que relembra a fracassada rebelião tibetana contra o controle chinês. O exílio do líder espiritual dalai-lama aconteceu depois desse histórico ocorrido.
É claro que a intenção dos tibetanos é reconquistar a independência perdida, nos anos 50. Mesmo sendo reconhecidos pela própria China, como região autônoma, os tibetanos não concordam em continuar no mesmo território chinês. Povo ardoroso na fé, associamos constantemente sua imagem à religião. Além dos tibetanos reivindicarem a emancipação, discordam da ausência de liberdade de expressão, além da forte repressão policial chinesa.
Confira a entrevista, com dalai-lama, realizada pelos repórteres da Newsweek:
http://www.newsweek.com/id/124365
Feriado no cinema sem pentelho e Stallone
POR Bruno Victor Toranzo
Amanhã é feriado! O trânsito também irá para a praia. As ruas da capital mostrarão seu charme, sem carros barulhentos baforando fumaça para todo lado. Deve chover. Feriado é sempre assim. Chove! Se não chove, sai um sol tímido. Bem tímido. As nuvens cobrem o céu, como forma de nos mandar trabalhar. Exato. Mesmo que seja em casa, vá trabalhar. O tempo está feio. A alternativa é se dirigir ao cinema mais próximo.
Hummmmm... o cinema e seu ambiente inspirador, uma verdadeira fonte da juventude. Que poder rejuvenescedor! Mas tem problema. O alento é pensar que tudo na vida tem problema. Aquele desesperador grupinho de crianças ou aborrescentes. Antes deles sentarem, você sabe o que te espera. Já direciona o pensamento para formular o que gritará no primeiro ato engraçado daquelas criaturas amáveis. Destaco: engraçado apenas para eles. Não há cidadão, ecoando o verdadeiro significado da palavra, que ache graça de pessoas condenadas ao fracasso pelo resto da vida. Quem grita no cinema, atrapalhando todos os outros, está fadado aos infortúnios!
Mesmo assim, aproveitarei meu feriado, em alguma sala de cinema, assistindo ao Michael Moore, à dupla Morgan Freeman e Jack Nicholson, ou, quem sabe, ao Forest Whitaker. Evitarei (isso sim!) os pentelhos do cinema e passarei longe da sessão que exibir Stallone, em Rambo IV.