Recebi recentemente pelo correio mais um dos pedidos de ajuda da UNICEF, entidade respeitada pelo bonito trabalho que realiza em todo o planeta. O que chamou minha atenção foi o primeiro trecho do texto:
"Nunca imaginei que no Brasil de hoje eu ouviria uma mãe contar que usou a certidão de nascimento do filho mais velho para enterrar o filho mais novo, porque este não havia sido sequer registrado".
Trata-se de mais um episódio da triste realidade brasileira. O texto cita também que cerca de 500 mil crianças brasileiras não são registradas e não têm certidão de nascimento. Sem o registro e a certidão, esses 500 mil adolescentes e adultos de amanhã não serão considerados brasileiros, integrantes da nação. Não tendo os dois direitos básicos, não poderão reivindicar pelos outros, ficando à mercê de nossa sociedade.
"Nunca imaginei que no Brasil de hoje eu ouviria uma mãe contar que usou a certidão de nascimento do filho mais velho para enterrar o filho mais novo, porque este não havia sido sequer registrado".
Trata-se de mais um episódio da triste realidade brasileira. O texto cita também que cerca de 500 mil crianças brasileiras não são registradas e não têm certidão de nascimento. Sem o registro e a certidão, esses 500 mil adolescentes e adultos de amanhã não serão considerados brasileiros, integrantes da nação. Não tendo os dois direitos básicos, não poderão reivindicar pelos outros, ficando à mercê de nossa sociedade.