Explicando a crise com simplicidade
POR Bruno Victor Toranzo
A crise econômica está aí. O processo de recessão está a caminho. Mas muita gente ainda não se deu conta de nada disso. Apesar dos números horríveis que aparecem regularmente, nas maiores praças financeiras, o brasileiro não viu nenhuma mudança em sua vida. Não sentiu diferença alguma até agora.
O bom momento vivido por aqui foi reconhecido até mesmo pelo Fundo Monetário Internacional em relatório explorado nas publicações anteriores. Esse reconhecimento veio por meio da reavaliação para cima da projeção de crescimento econômico brasileiro neste ano. Saiu de 4,5% para chegar aos 4,8%, taxa 1,1% acima que a estimativa média de crescimento mundial.
Trata-se, sem dúvida, de uma excelente nova. A ortodoxia sempre foi marca do FMI desde sua criação, no final da Segunda Guerra Mundial. O órgão agora explora o exemplo de sucesso brasileiro (deixou de ser devedor para virar credor) para motivar a política econômica de outros emergentes a tomar o mesmo rumo.
Responsabilidade fiscal e enxugamento dos gastos públicos são duas características fundamentais dessa política. Sem falar do crescente acúmulo de reservas externas. Medidas ainda mais fundamentais, segundo o Fundo, em época de instabilidade dos mercados, como a que estamos vivendo em 2008.
Talvez, pela permanência do bom comportamento da economia nacional, muitos brasileiros não tenham idéia do que efetivamente está ocorrendo. Eles têm uma breve noção da instabilidade nas economias dos grandes, mas interpretam apenas, como fator de preocupação daqueles homens vestidos de terno e gravata, sempre apressados, com dinheiro em papéis que nunca sentiram a textura.
É por essa razão que tentarei explicar, na publicação de amanhã (11 de abril), da forma mais simples e objetiva toda essa bagunça em curso. Os termos utilizados pela mídia, na cobertura da crise, são realmente de difícil entendimento. Mercado hipotecário? Subprime? Securitização? Crédito de risco? Retração do crédito?
A crise econômica está aí. O processo de recessão está a caminho. Mas muita gente ainda não se deu conta de nada disso. Apesar dos números horríveis que aparecem regularmente, nas maiores praças financeiras, o brasileiro não viu nenhuma mudança em sua vida. Não sentiu diferença alguma até agora.
O bom momento vivido por aqui foi reconhecido até mesmo pelo Fundo Monetário Internacional em relatório explorado nas publicações anteriores. Esse reconhecimento veio por meio da reavaliação para cima da projeção de crescimento econômico brasileiro neste ano. Saiu de 4,5% para chegar aos 4,8%, taxa 1,1% acima que a estimativa média de crescimento mundial.
Trata-se, sem dúvida, de uma excelente nova. A ortodoxia sempre foi marca do FMI desde sua criação, no final da Segunda Guerra Mundial. O órgão agora explora o exemplo de sucesso brasileiro (deixou de ser devedor para virar credor) para motivar a política econômica de outros emergentes a tomar o mesmo rumo.
Responsabilidade fiscal e enxugamento dos gastos públicos são duas características fundamentais dessa política. Sem falar do crescente acúmulo de reservas externas. Medidas ainda mais fundamentais, segundo o Fundo, em época de instabilidade dos mercados, como a que estamos vivendo em 2008.
Talvez, pela permanência do bom comportamento da economia nacional, muitos brasileiros não tenham idéia do que efetivamente está ocorrendo. Eles têm uma breve noção da instabilidade nas economias dos grandes, mas interpretam apenas, como fator de preocupação daqueles homens vestidos de terno e gravata, sempre apressados, com dinheiro em papéis que nunca sentiram a textura.
É por essa razão que tentarei explicar, na publicação de amanhã (11 de abril), da forma mais simples e objetiva toda essa bagunça em curso. Os termos utilizados pela mídia, na cobertura da crise, são realmente de difícil entendimento. Mercado hipotecário? Subprime? Securitização? Crédito de risco? Retração do crédito?